Acabo de chegar ao aeroporto de San Salvador, torturantes 14 horas depois de deixar a capital de Tio Sam. Minha relação com a American Airlines segue tumultuada: um cancelamento por baixa ocupação e outro por problema mecânico, com direito à conexão adicional até Dallas/Forth Worth para alcançar El Salvador ainda hoje. Em menos de 1 ano, apago as velinhas de meu 21o. contratempo aéreo. Um sorridente salvadorenho de nome Boris, motorista da representação da OEA no país, recebe-me no desembarque e me entrega à salvo, 50 minutos depois, no suntuoso…